JORDAENS, Jacob (b. 1593, Antwerpen, d. 1678, Antwerpen) Biography Flemish painter, the pupil and son-in-law of Adam van Noort. Although Jordaens often assisted Rubens, he had a flourishing studio of his own by the 1620s, and after Rubens's death in 1640 he was the leading figure painter in Flanders. His style was heavily indebted to Rubens, but was much more earthbound, using thick impasto, strong contrasts of light and shade, and colouring that is often rather lurid. His physical types, too, are coarser than Rubens's and his name is particularly associated with large canvases of hearty rollicking peasants. Two of his favourite subjects, which he depicted several times are The Satyr and the Peasant, based on one of Aesop's fables, and The King Drinks, which depicts a boisterous group enjoying an abundant Twelfth Night feast. Jordaens's prolific output, however, included many other subjects, including religious works and portraits, and he also etched and made designs for tapestries. He rarely left his native Antwerp, but commissions came from all over Europe, the most important being The Triumph of Frederick Hendrik (1651-2), an enormous composition painted for the Huis ten Bosch, the royal villa near The Hague. In about 1655 Jordaens became a Calvinist; he continued to paint pictures for Catholic churches, but the work of the last two decades of his life is more subdued.
RENI, Guido (b. 1575, Calvenzano, d. 1642, Bologna) Biography Italian painter of popular religious works and critically acclaimed mythological scenes. He was born in Bologna and began to study painting at the age of nine; he joined the Carracci Academy when he was 20. His studies were rounded off by a trip to Rome in about 1600. From that moment on, antique and recent Roman art became his ideals. He admired Raphael unconditionally. He did, however, come to terms with Caravaggio's naturalism in a group of youthful works such as The Crucifixion of St Peter in the Vatican Gallery (1604), where the use of chiaroscuro provided enormous energy. He alternated between living in his native Bologna and visits to Rome. After Annibale Carracci's death (1609) he became the leader of the classical school of Emilian painters. His adhesion to this school can be seen in the frescos he painted in Rome in about 1610 in the Quirinal Palace, the Vatican, and various churches (e.g. San Gregorio Magno al Cielo). They were inspired by the return to classical taste and culminated in Aurora in Palazzo Ludovisi which has almost mimetic qualities. The large altarpieces he painted in Bologna - The Massacre of the Innocents and Pietà dei Mendicanti both in the Bologna Pinacoteca Nazionale - mark the triumph of design, the ability to control and channel feelings, gestures, expressions, drawing, and colour into a single, eloquent, and faultless form. Guido Reni's success was underlined by the important commissions he received. They included the cycle of The Labors of Hercules (1617-21) that he painted for the Duke of Mantua and which are now in the Louvre. He exalted the clarity of light, the perfection of the body, and lively colour. Toward the end of his life, Reni modified his style. His paintings became so airy as to seem insubstantial and were almost completely monochrome. He also used long, flowing brushstrokes and conveyed an atmosphere laden with intense melancholy. Guido Reni was a quintessentially classical academic but he was also one of the most elegant painters in the annals of art history. He was constantly seeking an absolute, rarefied perfection which he measured against classical Antiquity and Raphael. Because of this, over the years the Bolognese painter has been in and out of fashion, depending on the tastes of the times. The eighteenth century loved him, the nineteenth century, persuaded by the violent criticism of John Ruskin, hated him. But even his detractors cannot deny the exceptional technical quality of his work nor the clarity of his supremely assured and harmonious brushwork.
PADOVANINO (b. 1588, Padova, d. 1649, Venezia) Biography Italian painter, originally Alessandro Varotari. He was the son of Dario Varotari (d. 1598), a painter and architect, pupil of Veronese, and of Samaritana, the daughter of Giovan Battista Ponchino. The family is of German origin (Weyrother). His earliest training is unknown, though Boschini (1674) stated that Padovanino studied by copying the frescoes of Titian in the Scuola di S Antonio, Padua, and other works by the master, above all those of his youth or his early maturity. The influence of Titian remained fundamental to Padovanino's art. The Incredulity of St Thomas (1610; Padua, S Lucia) is his first dated work and faithfully imitates that of Titian; other youthful works are direct copies, among them The Pentecost (Venice, Accademia) and the Virgin and Child (Padua, Cathedral). He moved to Venice in 1614 and settled there until his death thirty-five years later. Though today he is principally thought of as a follower of Titian, and indeed he is known to have painted a number of copies after the master's works, Padovanino was a talented and successful painter in his own right. He went on at least two visits to Rome (in the mid-1610s and again in 1625), during which he was able to study the works of Michelangelo and Annibale Carracci, but Palma Giovane and of course Titian remained the over-riding influences in his work.
Ver muito lucidamente prejudica o sentir demasiado. E os gregos viam muito lucidamente, por isso pouco sentiam. De aí a sua perfeita execução da obra de arte. Fernando Pessoa A arte de persuadir consiste tanto mais em agradar do que em convencer, quanto os homens se guiam mais pelo capricho do que pela razão. Blaise Pascal A arte de um autor está em rasurar. Carlo Dossi A arte deve ser mentira verdadeira e não falsa verdade. Jean Rostand A arte deve ser um órgão moral da vida humana. Léon Tolstoi A arte é um antidestino. André Malraux A arte é um jogo. Tanto pior para quem faz dele um dever. François Jacob A arte existe no instante em que o artista se afasta da natureza. Jean Cocteau A arte não é outra coisa senão a força de sugestão de um detalhe. Corrado Alvaro A arte não é, de modo nenhum, necessária. Tudo o que é preciso para tornarmos o mundo mais habitável é o amor. Isadora Duncan A arte sempre foi isto - interrogação pura, questão retórica sem a retórica - embora se diga que aparece pela realidade social. Samuel Beckett A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado. André Malraux A decisão é, frequentemente, a arte de ser cruel a tempo. Henry Becque A filosofia não é um meio de descobrir a verdade. Mas é, como a arte, um processo de a «criar». Vergílio Ferreira A imortalidade é a arte de se morrer em tempo. Sofocleto A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto... Nunca vi um gênio com gosto médio. Ariano Suassuna A moral da arte reside na sua própria beleza. Gustave Flaubert A mulher tem a arte de apropriar-se do dinheiro do amante apaixonado. Ovídio A natureza está constantemente a misturar-se com a arte. Ralph Emerson A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objeto no qual se reconheça a si próprio. Georg Hegel À questão: - O que é a arte? - seria possível responder brincando (mas não seria uma brincadeira tola): que a arte é o que todos sabem o que é. Benedetto Croce amizade"A Amizade é desnecessária - como a filosofia, como a arte, como o próprio universo (pois Deus não precisava criar). Ela não tem valor de sobrevivência; ela é, antes, uma das coisas que dão valor à sobrevivência."[de Os Quatro Amores, pág. 100] C.S.Lewis Arte e vida se misturam.Fantasia e realidade se acrescentam. Affonso Romano de Santana As obras de arte são uma infinita solidão: nada as pode alcançar tão pouco quanto a crítica. Rainer Rilke
Alimento para el almaCaixaForum Madrid, que abrió sus puertas en la capital el pasado mes de febrero, acoge desde hoy una exposición que nos permite recorrer algunos episodios de la pintura religiosa realizada en Italia entre los siglos XV y XVII. "El pan de los ángeles. Colecciones de la Galería de los Uffizi. De Botticelli a Luca Giordano" reúne 45 obras procedentes de esta prestigiosa colección florentina y sintetiza los principales motivos de la iconografía cristiana, con especial atención al sacrificio de Cristo para redimir a los hombres del pecado original.Más información
665 Obras-primas de nu dos grandes Mestres da História da Arte (Pintores, Escultores e Fotografos). [ E N T R E N A G A L E R I A ] É muito difícil encontrar trabalhos que consigam materializar a fantástica comunhão do Nu com a Arte. Dos clássicos mestres da história, poucos conseguiram superar este desafio. A beleza e sensualidade do nu, por muitas vezes confundida com o vulgar, é a própria essência da arte. O corpo humano é a fonte de quase todas as inspirações. A nudez é sempre inquietante, instigadora e bela. Por isso o artista, seja na pintura, escultura, na dança ou fotografia, encontra no corpo nu uma profunda ligação com a pureza do ser. É a sensualidade que move a criação em todos os sentidos. É a sensualidade que evoca o amor, a paixão e a criação do homem. Por isso a nudez nos toca tanto e tão profundamente. É o lúdico prazer de vivenciar a nossa própria encarnação. Para aqueles que apreciam o nu artístico, OCAIW apresenta a mais completa e selecionada galeria, contemplando os principais mestres e artistas que melhor traduziram o nu na história da arte. (Ariano Cavalcanti de Paula)"A arte nunca é casta, se deveria mantê-la longe de todoos os cândidos ignorantes. Nunca se deveria deixar que gente impreparada se lhe aproximasse. Sim, a Arte é perigosa. Se é casta não é Arte."(Pablo Picasso)