TENIERS, David the Younger (b. 1610, Antwerpen, d. 1690, Bruxelles) Biography Prolific Flemish painter of the Baroque period known for his genre scenes of peasant life. He was the son and pupil of David Teniers the Elder. In 1637 he married Anna, daughter of the painter Jan Brueghel the Elder. Teniers painted almost every kind of picture, but chiefly genre scenes of peasant life, many of which were subsequently used for tapestry designs in the 18th century. His early works in this vein show the influence of Adriaen Brouwer (e.g., Twelfth-night, Museo del Prado, Madrid). Many of his finer works date from 1640 to 1650. He was brilliant at handling crowd scenes in an open landscape and adept at characterizing his figures with a warm, human, and often humorous touch (e.g., The Village Fête, 1646; Hermitage, St. Petersburg). His landscape settings are atmospheric, and his still-life details precise. In the same decade he also painted a number of monumental processions (e.g., Procession of the Antwerp Civic Guards, 1643; Hermitage, St. Petersburg). Teniers developed a second career in 1651 when he moved to Brussels, becoming court painter and keeper of the art collections to the regent of the Netherlands, the archduke Leopold William. He painted several views of the Archduke's picture gallery. He also made many small-scale individual copies of paintings in the Duke's collection by foreign artists, especially Italians. Of these, 244 were engraved in 1660 under the title Theatrum Pictorium. As a pictorial inventory of a great 17th-century collection, this book of engravings was unique in its time and still constitutes a valuable source for the art historian. Teniers was also court painter to Don John of Austria, who succeeded the Archduke as regent in 1656, and was one of the prime movers in the foundation of the Brussels Academy of Fine Arts (1663) and subsequently the Academy in Antwerp (1665). Teniers' son, also named David (1638-85), often imitated his father's work. There are several of his altarpieces in churches in Belgium.
TEMPEL, Abraham van den (b. 1622/23, Leeuwarden, d. 1672, Amsterdam) Biography Dutch painter. He was the son of the Frisian painter and Mennonite minister Lambert Jacobsz.. He received his training in Amsterdam from Jacob Backer c. 1642-6, after which he took up residence in Leiden. He married there in 1648. The influence of Backer is evident in several of his early biblical and allegorical paintings, for instance in three allegories, including the Maiden of Leiden Crowned by Minerva, which he painted in 1650-51 for the Lakenhal (the Cloth Hall) in Leiden (all Leiden, Stedelijk Museum Lakenhal). He later turned primarily to portrait painting, of which there are several dozen surviving works dating from 1660, when he moved to Amsterdam, until his death. Good examples are the pendant portraits of the Leiden cloth-manufacturer Pieter de la Court and his second wife Catharina van der Voort (1667; Amsterdam, Rijksmuseum). Van den Tempel also painted group portraits, such as that of Albertina Agnes van Nassau-Dietz and her Children (1668; Leeuwarden, Fries Museum) and the portrait of the Amsterdam merchant David Leeuw with his Wife and Children (1671; Amsterdam, Rijksmuseum). These handsome portraits show some influence of Bartholomeus van der Helst but nevertheless reflect his own slightly more sober style. His paintings are among the best Dutch portraits of the third quarter of the 17th century. His work is characterized by the combination of static poses and elegant execution of details, particularly in the rendering of textiles. Among his pupils were Frans van Mieris and Michiel van Musscher.
TAMM, Franz Werner von (b. 1658, Hamburg, d. 1724, Wien) Biography German painter, active in Italy and Austria. He was first trained in Hamburg by Dietrich von Sosten (fl 1669; d 1695) and Johann Joachim Pfeiffer (1662-1701). Although he initially leant towards historical painting, later he painted only still-lifes. Resident in Rome from 1685 to 1695, he was introduced into the city's Flemish/Italian circle of artists by Gaspar van Wittel. He worked occasionally with Pieter van Bloemen and Carel van Vogelaer (1653-95), then became a follower of Carlo Maratti, who painted the figures in his still-lifes. Through Maratti he gained commissions from the Roman patrician families, and their patronage made him known in Spain, France, England and Germany. Franz Werner Von Tamm Franz Werner von Tamm Franz Werner Von Tamm
Ver muito lucidamente prejudica o sentir demasiado. E os gregos viam muito lucidamente, por isso pouco sentiam. De aí a sua perfeita execução da obra de arte. Fernando Pessoa A arte de persuadir consiste tanto mais em agradar do que em convencer, quanto os homens se guiam mais pelo capricho do que pela razão. Blaise Pascal A arte de um autor está em rasurar. Carlo Dossi A arte deve ser mentira verdadeira e não falsa verdade. Jean Rostand A arte deve ser um órgão moral da vida humana. Léon Tolstoi A arte é um antidestino. André Malraux A arte é um jogo. Tanto pior para quem faz dele um dever. François Jacob A arte existe no instante em que o artista se afasta da natureza. Jean Cocteau A arte não é outra coisa senão a força de sugestão de um detalhe. Corrado Alvaro A arte não é, de modo nenhum, necessária. Tudo o que é preciso para tornarmos o mundo mais habitável é o amor. Isadora Duncan A arte sempre foi isto - interrogação pura, questão retórica sem a retórica - embora se diga que aparece pela realidade social. Samuel Beckett A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado. André Malraux A decisão é, frequentemente, a arte de ser cruel a tempo. Henry Becque A filosofia não é um meio de descobrir a verdade. Mas é, como a arte, um processo de a «criar». Vergílio Ferreira A imortalidade é a arte de se morrer em tempo. Sofocleto A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto... Nunca vi um gênio com gosto médio. Ariano Suassuna A moral da arte reside na sua própria beleza. Gustave Flaubert A mulher tem a arte de apropriar-se do dinheiro do amante apaixonado. Ovídio A natureza está constantemente a misturar-se com a arte. Ralph Emerson A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objeto no qual se reconheça a si próprio. Georg Hegel À questão: - O que é a arte? - seria possível responder brincando (mas não seria uma brincadeira tola): que a arte é o que todos sabem o que é. Benedetto Croce amizade"A Amizade é desnecessária - como a filosofia, como a arte, como o próprio universo (pois Deus não precisava criar). Ela não tem valor de sobrevivência; ela é, antes, uma das coisas que dão valor à sobrevivência."[de Os Quatro Amores, pág. 100] C.S.Lewis Arte e vida se misturam.Fantasia e realidade se acrescentam. Affonso Romano de Santana As obras de arte são uma infinita solidão: nada as pode alcançar tão pouco quanto a crítica. Rainer Rilke
Alimento para el almaCaixaForum Madrid, que abrió sus puertas en la capital el pasado mes de febrero, acoge desde hoy una exposición que nos permite recorrer algunos episodios de la pintura religiosa realizada en Italia entre los siglos XV y XVII. "El pan de los ángeles. Colecciones de la Galería de los Uffizi. De Botticelli a Luca Giordano" reúne 45 obras procedentes de esta prestigiosa colección florentina y sintetiza los principales motivos de la iconografía cristiana, con especial atención al sacrificio de Cristo para redimir a los hombres del pecado original.Más información
665 Obras-primas de nu dos grandes Mestres da História da Arte (Pintores, Escultores e Fotografos). [ E N T R E N A G A L E R I A ] É muito difícil encontrar trabalhos que consigam materializar a fantástica comunhão do Nu com a Arte. Dos clássicos mestres da história, poucos conseguiram superar este desafio. A beleza e sensualidade do nu, por muitas vezes confundida com o vulgar, é a própria essência da arte. O corpo humano é a fonte de quase todas as inspirações. A nudez é sempre inquietante, instigadora e bela. Por isso o artista, seja na pintura, escultura, na dança ou fotografia, encontra no corpo nu uma profunda ligação com a pureza do ser. É a sensualidade que move a criação em todos os sentidos. É a sensualidade que evoca o amor, a paixão e a criação do homem. Por isso a nudez nos toca tanto e tão profundamente. É o lúdico prazer de vivenciar a nossa própria encarnação. Para aqueles que apreciam o nu artístico, OCAIW apresenta a mais completa e selecionada galeria, contemplando os principais mestres e artistas que melhor traduziram o nu na história da arte. (Ariano Cavalcanti de Paula)"A arte nunca é casta, se deveria mantê-la longe de todoos os cândidos ignorantes. Nunca se deveria deixar que gente impreparada se lhe aproximasse. Sim, a Arte é perigosa. Se é casta não é Arte."(Pablo Picasso)